Durante muitos anos, o tratamento do envelhecimento na dermatologia foi baseado principalmente na correção de sinais já instalados, como rugas profundas, flacidez e perda de volume. Procedimentos eram frequentemente realizados quando o envelhecimento já estava evidente.

Hoje, porém, a dermatologia vive uma profunda transformação. Surge um novo paradigma chamado gerenciamento do envelhecimento cutâneo, um conceito que une ciência, tecnologia e prevenção para acompanhar o paciente ao longo da vida.

Nesse modelo moderno, o objetivo não é apenas tratar o envelhecimento, mas administrar o processo de envelhecer de forma estratégica, progressiva e personalizada.

Do tratamento do envelhecimento para a gestão da longevidade da pele

O envelhecimento da pele é um fenômeno multifatorial que envolve:
• perda de colágeno
• redução de elastina
• diminuição do ácido hialurônico
• alterações ósseas da face
• redistribuição de gordura facial
• danos acumulados pela radiação solar
• inflamação crônica de baixo grau (inflammaging)

No novo modelo de dermatologia, o foco passa a ser manter a qualidade estrutural da pele ao longo do tempo, evitando a deterioração progressiva das camadas cutâneas.

Isso significa atuar em três pilares principais:

prevenção – manutenção – regeneração.

Dr Amilton Macedo
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