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Melanoma

O melanoma é um tipo de tumor maligno que se desenvolve a partir dos melanócitos, células que produzem a melanina. Certamente é o tumor de pele mais grave, principalmente quando entra em contato com a circulação sanguínea ou linfática. Dessa forma, se espalha para outras partes do corpo, gerando metástases que podem até levar a morte do paciente.

 

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Diagnóstico de melanoma

 

Durante as fases iniciais o melanoma é muito semelhante às pintas comuns. Por isso a importância em realizar o diagnóstico rapidamente. Para fazer a distinção pode-se basear nas primeiras cinco letras do alfabeto:

A – assimetria: se a pinta for dividida ao meio, os dois lados não são iguais;

B – borda: se a borda dor irregular ou não uniforme;

C – cor: se tiver mais de uma cor na mesma pinta;

D – dimensão: se for maior do que seis milímetros de diâmetro;

E – observar se a pinta está mudando de cor, tamanho e forma.

Além disso, o profissional médico examina detalhadamente a pinta com o dermatoscópio. Este aparelho tem lente e iluminação adequadas que possibilitam enxergar as camadas internas com um aumento de até setenta vezes.

melanoma

Existem treze diferentes tipos de melanomas, mas são quatro os principais e mais comuns:

  • Melanoma extensivo superficial: o mais comum de todos, sendo plano e irregular, podendo variar os tons de preto e marrom. Aparece, principalmente, em pessoas de pele clara de qualquer idade;
  • Melanoma nodular: começa em uma área elevada de cor vermelha azulada ou preta azulada, mas podem ser não ter cor também;
  • Melanoma lentigo maligno: na maioria das vezes ocorre em pessoas idosas e em peles que tenham sido danificadas pelo sol como, por exemplo, no rosto, pescoço e nos braços;
  • Melanoma lentiginoso acral: é a forma mais incomum do câncer, aparecendo na palma das mãos, solas dos pés ou embaixo das unhas. Além disso, é comum em pessoas de pele escura.

O tratamento mais eficaz e seguro para o paciente é fazer a retirada cirúrgica das pintas suspeitas que podem vir a ser um melanoma, assim pode-se fazer a biópsia adequada para avaliação do caso. Além disso, o acompanhamento deve continuar, semestral ou anualmente.